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Energia solar financiada: as melhores linhas

Uma das principais dificuldades para a aquisição de um sistema de fotovoltaico é o investimento inicial. Poucas pessoas ou empresas dispõem de capital para fazê-lo à vista. Esse entrave, todavia, pode ser resolvido com linhas de crédito oferecidas por uma infinidade de instituições financeiras. A energia solar financiada é uma boa para você e para o seu bolso.

Antes de mais nada, é preciso ter em mente que elas oferecem financiamento de acordo com o perfil do cliente. Renda, capital e garantias passam por análise.

Como resultado, as condições variam de acordo com esses dados.

Nesse sentido, bancos públicos privados têm forte atuação no segmento.

Do mesmo modo, cooperativas de crédito e até fundos de desenvolvimento também estão no negócio.

Confira uma lista com algumas linhas:

  • FNE Sol
  • Linha Financiamento Solar Santander
  • BB Financiamento PJ – Renováveis
  • Financiamento para Energia Solar – Sicredi
  • Financiamento de Energia Solar – Banco da Amazônia
  • Agro Pronaf Banco do Brasil
  • FCO Banco do Brasil
  • Financiamento Solar Losango

Em outras palavras, a oferta é ampla. Cabe ao consumidor, tanto pessoa física quanto jurídica, fazer a melhor escolha.

Uma das estratégias mais utilizadas no mercado é atrela as parcelas do acordo com a economia de energia.

Na maioria dos casos, esses financiamentos exigem uma entrada.

Nesse sentido, o tomador tem um prazo de carência. Depois disso, paga por mês um valor próximo ao que deixou de gastar com a rede convencional.

Essas simulações são feitas com o apoio da empresa que comercializa o sistema.

Energia solar financiada sem entrada

O consumidor que não dispõe ou não deseja desembolsar uma entrada também encontra financiamento.

Eventualmente, esses contratos têm uma carência menor.

Com isso, a economia gerada pelo sistema de energia solar ajuda a pagar as parcelas.

Dessa forma, o prazo para o chamado payback – quando o investimento se paga – é um pouco mais longo.

Nesse sentido, a estimativa é de que o comprador tenha o retorno em 60 meses.

Conta de luz

Essa conta, todavia, precisa levar outros fatores em consideração.

A tarifa de energia “convencional” tem reajustes anuais.

Esse índice é fixado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

O órgão federal leva em consideração a inflação e custos setoriais.

Além disso, o Brasil conta com o sistema de “bandeiras tarifárias”.

Em síntese, ele adiciona “cobranças extras” à conta de luz sempre que falta água nas usinas hidrelétricas.

Afinal, para manter a produção nacional de energia, o governo precisa acionar as termelétricas.

Essas usinas, movidas principalmente a gás, produzem uma energia mais cara.

Outro item que “encarece” a energia convencional e torna a energia solar financiada mais vantajosa é a tributação.

O consumidor atento ao talão que chega todos os meses já reparou.

Lá, são cobrados impostos federais (PIS/Cofins) e estaduais (ICMS).

Energy True

A Energy True presta assessoria completa aos seus clientes na obtenção de financiamento.

Dessa forma, você ou sua empresa escolhem a melhor opção para financiar seu sistema. Tudo de acordo com seu fluxo de caixa.

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Por aqui, teremos sempre informações relevantes sobre esse setor que não para de crescer.